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Sindicon e PBH firmam parceria contra o aedes

Ações conjuntas vão ser direcionadas especialmente para os condomínios

15/02/2016 Sindicon Campanha Contra a Dengue

Crédito: reprodução

O Sindicon e a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte firmaram parceria para o combate conjunto ao aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. O acordo foi firmado entre presidente do Sindicon, advogado especializado em direito condominial, Carlos Eduardo Alves de Queiróz, e o secretário de saúde, Fabiano Pimenta, no dia 12 de fevereiro.

Pelo acordo, a secretaria vai disponibilizar material educativo com informações sobre as três doenças, como o mosquito se reproduz e como combatê-lo para que o Sindicato distribua entre os prédios. Segundo Pimenta, a parceria com o Sindicon vai possibilitar o alcance a um maior número de pessoas. “Nós vamos aproveitar a base de mais de 15 mil condomínios cadastrados no Sindicon para que os síndicos possam ser multiplicadores das informações”, explica o secretário.

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Já Carlos Eduardo afirma que está enganado quem pensa que os apartamentos estão livres dos focos. “Todo local que tiver o mínimo de água parada pode ser criadouro. Por isso, é importante que o síndico, os funcionários e os condôminos dediquem-se a encontrar possíveis locais que acumulem água limpa e os eliminem, para evitar a reprodução do mosquito”, alerta.

Fora isso, o Sindicon mantém a campanha online, com informações sobre a eliminação dos criadouros do mosquito e sobre as doenças que ele transmite. Campanha Sindicon: http://www.sindicon.com.br

Segurança – Outra medida necessária no combate ao aedes é a ação dos agentes de saúde, que visitam os domicílios para a aplicação de larvicidas. No entanto, em muitos prédios eles são barrados por medo da violência.

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Por isso, a secretaria vai disponibilizar um número de telefone em cada regional da cidade para que os síndicos possam ligar e conferir a identidade do agente de saúde que vai visitar o prédio, visando à segurança de todos. “Muitas vezes os agentes não têm acesso porque os porteiros ou moradores ficam inseguros, já que é possível que um bandido tenha acesso ao uniforme ou falsifique o crachá de agente de saúde”, lembra Carlos Eduardo.

Para evitar que a entrada de pessoas mal intencionadas e garantir a segurança de todos, os departamentos de zoonoses regionais poderão passar as informações necessárias. “É só o síndico ligar para confirmar o nome do agente, horário e itinerário. O importante é que os agentes possam entrar e verificar as áreas comuns, piscinas coberturas e jogarem o remédio para acabar com possíveis focos do mosquito”, diz Pimenta.

Além do Sindicon, a parceria com a PBH envolve também o Sindicato dos Empregados em Asseio e Conservação e Cabineiros de Belo Horizonte (Sindeac), para que os funcionários dos edifícios também participem do combate aos criadouros.

 

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